O Bacurau, de Kleber Mendonça Filho, representa a resistência das culturas tradicionais e populares do Brasil

Por Fábio de Carvalho. Bacurau é o último longa metragem do diretor Kleber Mendonça Filho, e sua primeira codireção com o realizador Juliano Dornelles. O filme se passa no interior da Paraíba e acompanha a resistência da comunidade tradicional de Bacurau. A eminência da invasão da cidade por estrangeiros assassinos urge a organização da comunidade para sua proteção e segurança. Mesclando elementos do terror e do faroeste, há um dialogo com as representações do cangaço no cinema nacional, agora em tempos de tecnologias digitais visuais.

Os diretores e equipe receberam o prêmio do Juri do Festival de Cannes e também de melhor filme no Festival de Munique. O filme já está em processo de pré estreia com várias sessões sendo realizadas nacionalmente, inclusive muitas contando com a participação da equipe de realização.

Sites como Cinética, El Pais e Omelete já se manifestaram em relação ao filme. O crítico, Eduardo Valente (Cinética), constrói um texto associando Bacurau aos outros filmes da mostra em que foi exibido em Cannes. O El Pais contextualiza o filme e resenha sua importância política. O Omelete produz uma crítica que vê Bacurau como um híbrido do cinema de gênero que através de suas metamorfoses afirma sua potência estética.

Para ler esses primeiros textos emitidos em terras nacionais a cerca do que parece ser um dos filmes mais importantes do ano, deixamos alguns links para que o leitor possa aprofundar suas informações:

CINÉTICA

EL PAÍS

OMELETE

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