Notícias

Post do Objethos analisa cobertura sobre saída de cubanos do Mais Médicos

O programa Mais Médicos, criado em 2013 durante o governo Dilma, tinha como objetivo a contratação de profissionais para atuar em áreas que tinham carência de atendimento médico. No começo desse mês, Cuba anunciou sua saída do programa, que contava com oito mil profissionais, em razão das declarações polêmicas de Jair Bolsonaro, que falou em exigir, por exemplo, teste de capacidade para eles.

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As fake news no cenário das eleições

Em tempos de eleições, avanço da violência estimulada como discurso e polarização da sociedade brasileira, as fake news têm ganhado espaço. E é sobre elas que Afonso Benite escreve em seu texto “A máquina de ‘fake news’ nos grupos a favor de Bolsonaro no WhatsApp”, para o El País. Se inserindo em grupos pró-Jair Bolsonaro, que se articulam em torno da campanha do candidato à presidência, foi possível identificar desde criação de boatos até a intolerância aos membros que questionam as notícias propagadas nos grupos.

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Jornada das Utopias 2018

Basquiat: o negro como protagonista

Até o dia 24 de setembro, o Centro Cultural Banco do Brasil de Belo Horizonte hospeda uma exposição dedicada às obras de Jean-Michel Basquiat — a mais completa já realizada na América Latina. O artista afro-caribenho teve uma carreira brilhante no mundo da arte e deixou um legado que extrapola as paredes dos museus. Nascido dia 22 de dezembro de 1960 no Brooklyn, em Nova York, era um dos pouquíssimos negros no meio artístico e seu trabalho trouxe à tona questões acerca do racismo estrutural nos Estados Unidos até então ignoradas por um campo predominantemente branco. “O negro é o protagonista da maioria das minhas pinturas”, afirmou certa vez.

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Literatura engessada: representação e representatividade em obras brasileiras

O Grupo de Estudos em Literatura Brasileira Contemporânea, da Universidade de Brasília, apresenta resultados de um estudo inédito sobre o perfil do romancista brasileiro, que vem sendo desenvolvido nos últimos quinze anos e compreende um total de 692 obras publicadas desde a década 1960. Coordenada pela professora Regina Dalcastagné, a pesquisa revela que não apenas os autores, mas narradores, protagonistas e coadjuvantes dos romances analisados são em sua maioria homens, brancos, de classe média, nascidos no eixo Rio-São Paulo. Em entrevista à Revista Cult, Dalcastagné reforça a importância da representatividade no campo, da pluralização de vozes na literatura e do exercício da alteridade na escrita. Confira a reportagem completa.

Livro analisa o entretenimento “cínico” dos talk shows

Recém-lançado pela editora PUC Minas, “(Não) é só uma piada: cinismo, ironia e entretenimento nos talk shows ‘The Noite’ e ‘Agora é Tarde’”, da professora Julia Lery, traz como questão central a blindagem ideológica de programas de TV sob o rótulo do humor. A obra aborda o talk show brasileiro a partir de questões do gênero televisivo – suas matrizes constitutivas, origens e características discursivas – e reflete sobre como o uso do humor e da ironia embaralha o posicionamento político dos discursos.

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As intertextualidades em “This is America”

O jornalista Guillermo Alonso, do “El País”, analisou o clipe “This is America” de Childish Gambino, um dos maiores nomes do cenário musical atual. Em seu texto “Por que o violento ‘This is America’ é o videoclipe do ano” (preste atenção no que acontece ao fundo) ele comenta sobre o videoclipe que já tem mais 160 milhões de visualizações desde seu lançamento em 5 de maio. O vídeo dirigido por Hiro Murai possibilita várias interpretações sobre os sofrimentos que a população negra passa nos Estados Unidos, muitas vezes colocada em segundo plano.

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CCM realiza II Seminário de Crítica da Mídia

O Centro de Crítica da Mídia (CCM), articulado ao grupo de pesquisa Mídia e Narrativa e em parceria com os cursos de Cinema, Jornalismo e Publicidade e Propaganda, realizou, nos dias 24, 25 e 26 de abril, seu II Seminário. O evento, que aconteceu no campus do Coração Eucarístico, somou, ao todo, doze conferências, com a participação de convidados de diversas regiões do Brasil, reunindo pesquisadores, profissionais, estudantes e demais interessados em refletir e debater as relações entre mídia e sociedade. As palestras foram ministradas por nomes importantes da área como o professor Rogério Christofoletti, do Observatório da Ética Jornalística (objETHOS), o crítico de cinema Pablo Villaça, a cineasta Alice Riff, diretora do filme “Meu corpo é político”, e o ensaísta Francisco Bosco, autor de “A vítima tem sempre razão?”. O evento discutiu temas como espaço público, redes sociais, representatividade, manipulação midiática e o atual cenário político brasileiro.

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Coluna de Cândido Henrique repercute o Seminário de Crítica da Mídia

As transformações na área do jornalismo esportivo são cada vez mais importantes, principalmente com o advento da internet e a necessidade de se debater temas sociais importantes. O jornalista esportivo Cândido Henrique (à direita, na foto, com Marcelo Carvalho, centro, e Getúlio Neuremberg) falou em sua coluna no jornal O Tempo sobre como foi participar do Seminário de Crítica da Mídia, em que discutiu o posicionamento do profissional da área diante das mudanças e a necessidade de manter o senso crítico para produzir mais do que entretenimento. Cândido participou da conferência “Crítica da Mídia: cobertura do futebol”, com o seu colega de profissão Marcelo Carvalho (observatorioracialfutebol.com.br).

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Critica de Midia: Cobertura do futebol com Professor Getúlio Neuremberg, Cândido Henrique e Marcelo Carvalho

Žižek discute “Pantera Negra”

O filósofo Slavoj Žižek analisou, no texto “Dois panteras negras”, publicado no blog da editora Boitempo, o filme que já se tornou uma das maiores bilheterias do cinema. Narrativa de super-herói, a fita possui elenco composto majoritariamente por atores negros, ponto a ser destacado em meio à crescente luta identitária na cultura midiática.

No artigo, Žižek recupera o movimento das décadas de 1960 e 1970 do Partido dos Panteras Negras e analisa, entre outros aspectos, as concepções de herói e de vilão na trama.

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Cenário contemporâneo de consumo de mídias mostra nova realidade

Por Roberto Barcelos

Apesar da centralidade da televisão no cotidiano da sociedade brasileira, a Internet vem crescendo e ganhando cada vez mais espaço, especialmente entre as camadas mais jovens da população, os chamados “millenials” e a “geração Z”. De acordo com o Relatório Final de Pesquisa Brasileira de Mídia de 2016, realizado pelo Governo Federal, o número de pessoas que acessam a Internet durante todos os dias da semana praticamente dobrou desde 2014. O consumo de televisão também apresentou crescimento nesse meio tempo, embora mais tímido. De fato, a TV e outros meios massivos começam a disputar hegemonia com smartphones e as novas tecnologias de streaming, como é apontado pela jornalista María Martín em sua matéria “A geração que não assiste mais TV e corre atrás dos ‘youtubers’”, publicada no El País.

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A Televisão em Raymond Williams: debates e perspectivas

Por Roberto Barcelos.

O Centro de Crítica da Mídia, em parceria com os colegiados dos cursos de Cinema e Audiovisual e Publicidade e Propaganda da PUC Minas, Coração Eucarístico, realizou na quarta-feira, dia 8 de março, a palestra Televisão e Estudos Culturais: leituras de Raymond Williams. O debate teve como tema central a análise do livro Televisão: Tecnologia e Forma Cultural, traduzido pelos professores Márcio Serelle e Mário Viggiano, ambos da PUC Minas. O evento contou, ainda, com a presença da professora Vera França, da UFMG. O livro foi originalmente publicado na Inglaterra em 1974, ganhando tradução em 2016 pelas editoras Boitempo e PUC Minas.

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Fatos Alternativos: A possibilidade de uma nova verdade

Por Roberto Barcelos

O jargão “all facts” (fatos alternativos) utilizado pela assessora especial do Donald Trump, Kellyanne Conway, chamou a atenção da imprensa estadunidense. A expressão foi uma quebra na relação entre a indústria de notícias e o governo, pois eles sempre se compreendiam quanto à logística eleitoral e política quando lidavam com dados, fatos e eventos.

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Quem matou Eloá?”: feminicídio e violência midiática

Por Juliana Gusman

Referenciado como “crime de amor” pelos principais veículos de comunicação do país, o assassinato de Eloá Cristina Pimentel e a cobertura midiática dele são recuperados, agora, criticamente, no documentário de Lívia Perez. O objetivo do filme Quem matou Eloá? é discutir a naturalização social da violência contra a mulher.

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Seminário Mediações Críticas

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O grupo de pesquisa Mídia e Narrativa realiza nos dias 27, 28 e 29 de setembro o seu V Seminário, em parceira com o grupo MidiAto (USP). As inscrições podem ser feitas no site:

www.midiaenarrativa.wordpress.com

O seminário acontecerá na PUC Minas Coração Eucarístico, na sala multimeios do prédio 13.

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Filosofia da Consciência ou teoria do transe – A atualidade do pensamento sobre o Brasil no cinema de Glauber Rocha.

Por Juliana Gusmanterra_em_transe_cartaz_medio

Com Regina Mota. Dia 14 de setembro, quarta-feira, 13h30, na Multimeios do Prédio 13. Aberto ao público.

Foi com Terra em Transe que Glauber Rocha tornou-se mundialmente conhecido, conquistando o Prêmio da Crítica do Festival de Cannes, em 1967. Em uma carreira encurtada pela morte aos 42 anos, em 1981, consolidou-se como um dos principais expoentes do Cinema Novo. Lutava, antes de tudo, por uma revisão crítica da dura realidade a partir da qual produziu sua arte esteticamente inovadora.

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25 anos de Thelma & Louise e a questão do gênero no cinema

Por Juliana Gusman

Lançado em 1991, o filme de Ridley Scott Thelma & Louise tornou-se emblemático pelo modo como motivou questões acerca da representação da mulher no cinema. A história protagonizada por uma garçonete, Louise (Susan Sarandon), e por uma dona de casa, Thelma (Geena Davis), circunstancialmente transformadas em fora da lei, transgrediu em seu feminismo. Desde então, Davis dirige seu Institute of Gender in Media, que pesquisa e visa ampliar a participação das mulheres nas indústrias cinematográfica e televisiva.

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Blog promove leitura crítica sobre imagens do cotidiano

Por Juliana Gusman

O blog Reading the Pictures propõe uma reflexão crítica sobre imagens que circulam cotidianamente na mídia. Em uma sociedade cada vez mais visual, busca-se compreender  níveis de significado, histórias que suscitam produções imagéticas e as mediações que as costuram no tecido social. A plataforma também publica e analisa trabalhos de fotojornalismo originais.

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