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Mostra CineBH chega a sua 13º edição em 2019 com pré-estreia nacional de “A Vida Invisível”.

Por Fábio de Carvalho. Nessa terça-feira, 17 de setembro, a Mostra CineBH realiza sua sessão de abertura no Cine Theatro Brasil Vallourec com o longa metragem A Vida Invisível, do diretor Karim Aïnouz.

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“Male gaze” e a prevalência da visão masculina.

Por Victoria Silva Rodrigues. Na década de 70, a Europa vivia sua segunda onda do feminismo. Desde 1960, marcada pelo debate político e pela chamada liberação sexual, o movimento aflorava-se exponencialmente no mundo das artes. Logo, o cinema também obteve grupos de conscientização, realizadoras, produtoras e pensadoras. Dentre elas, temos Laura Mulvey, crítica e teórica feminista que em 1975 lança seu ensaio “Prazer Visual e Cinema Narrativo”, onde Mulvey utiliza a psicanálise para fazer profundas reflexões críticas da imagem da mulher no cinema. Neste texto, a autora cunhou o termo male gaze, em português: o olhar masculino. E é sobre este fenômeno que introduziremos, apresentando o vídeo “Love, Death + Robots: O Male Gaze da Netflix” do canal do YouTube Mimimidias.

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A concentração dos canais de extrema-direita no YouTube, via The Intercept Brasil

O Intercept e o Manual do Usuário se debruçaram sobre mais de 17 mil rankings “Em alta” do YouTube no Brasil veiculados durante o segundo semestre de 2018, coletados e organizados pela empresa de análise de dados Novelo. Eles descobriram que canais até então irrelevantes – que nunca tinham aparecido no ranking – explodiram no período eleitoral, recomendados milhares e milhares de vezes pelo algoritmo do YouTube que seleciona conteúdos possivelmente interessantes para os usuários. Não é mais especulação afirmar que a rede social aumentou a audiência da extrema-direita – e ajudou a formar o público que refletiria esse ideário nas urnas.

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A escolha do filme “A vida invisível” para o Oscar 2020

Por Júlia Tonelli. O diretor Karim Aïnouz dá mais um passo para a categoria Filmes Internacionais com seu filme “A vida invisível”. O longa foi escolhido para tentar uma vaga na competição após a comissão da Academia Brasileira de Cinema nesta terça feira (27/08). O protagonismo de Fernanda Montenegro no filme trouxe ainda mais destaque e a produção anterior de Rodrigo Teixera, com “Me chame pelo seu nome” trouxe ainda mais triunfo para o longa.

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O funk e a criminalização da cultura periférica jovem no Brasil, por GG Albuquerque

Por Fábio de Carvalho. O funk é, por excelência, a mais manifesta expressão da cultura jovem periférica do Brasil contemporâneo. Suas vertentes cantam e produzem a história de bairros e cidades partindo da expressão pessoal e narrativa comunitária

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O Bacurau, de Kleber Mendonça Filho, representa a resistência das culturas tradicionais e populares do Brasil

Por Fábio de Carvalho. Bacurau é o último longa metragem do diretor Kleber Mendonça Filho, e sua primeira codireção com o realizador Juliano Dornelles. O filme se passa no interior da Paraíba e acompanha a resistência da comunidade tradicional de Bacurau. A eminência da invasão da cidade por estrangeiros assassinos urge a organização da comunidade para sua proteção e segurança. Mesclando elementos do terror e do faroeste, há um dialogo com as representações do cangaço no cinema nacional, agora em tempos de tecnologias digitais visuais.

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Curadora quer cativar espectador para “anticinema de shopping” em BH

Mônica Cerqueira, que fundou os redutos cinéfilos Savassi Cineclube e Usina nas décadas de 1980 e 1990, assume a programação do Cine104, sala de rua reaberta na Praça da Estação.

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Representações plurais: para repensar os corpos na mídia

Estudantes do terceiro período do curso de Publicidade e Propaganda (turno da tarde) da PUC Minas desenvolveram alguns cards para estimular reflexões sobre representações midiáticas e estereótipos de gênero. Tendo em vista os regimes de representações vigentes, que enquadram determinados corpos e existências como “menos importantes”, alunas e alunos propuseram reflexões para desafiar pressupostos que guiam produções em diversos âmbitos da mídia. Confira, abaixo, a atividade desenvolvida na disciplina Seminário III, ministrada pela professora Juliana Gusman.

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Conheça o Crítica de Ponta, produzido pelos alunos de Jornalismo da UEPG

O periódico de redação de mídia integrada da Universidade Estadual de Ponta Grossa, entre outras produções de graduandos, estudantes elaboram críticas periódicas sobre arte/mídia/cultura. O projeto Crítica de Ponta é coordenado pelo professor Sergio Gadini, responsável pela disciplina de Crítica da Mídia no curso de Jornalismo da UEPG. A seção é disponível em dois formatos: vídeo e newsletter.

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Velhos, novos e novíssimos caminhos do jornalismo musical brasileiro, via Monkeybuzz

A revista Monkeybuzz publicou, no dia 30 de maio, um compilado de depoimentos e entrevistas sobre o futuro do jornalismo musical e da crítica cultural. O artigo, de Maurício Amendola Assis, conversou com seis representantes de diferentes gerações do jornalismo musical brasileiro, em busca não de respostas, mas de caminhos.”Quem transforma discos e música em cultura é a imprensa”.

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Centro de Crítica da Mídia: Seleção de monitores 2019/2

Estão abertas as inscrições para o concurso de monitoria do Centro de Crítica da Mídia (CCM), sob as seguintes condições. A primeira etapa; inscrição, carta de intenção e currículo; poderá ser submetida entre os dias 01/06 e 07/06 na Secretaria do Prédio 13. A segunda etapa; prova; acontecerá no dia 11/06 (terça-feira), às 14h. Será realizada apenas pelos candidatos classificados na fase anterior em local a confirmar por e-mail e pelas redes sociais do CCM. (Twitter e Instagram: @ccmpucminas; Facebook: Centro de Crítica da Mídia). A terceira etapa; entrevista; será realizada somente pelos candidatos classificados na fase anterior, no dia 13/06 (quinta-feira), com horário agendado pela equipe do CCM por e-mail. O resultado final será divulgado por e-mail até o dia 17/06 (segunda-feira).

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IV DCIMA Colóquio Internacional Mídia e Discurso na Amazônia: interculturalidade e resistência

O evento será realizado no período de 07 a 09 de agosto de 2019, na Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, na cidade de Marabá. Nesta edição o evento tem como objetivo debater a produção acadêmica acerca da relação entre discurso e mídia nos estudos e experiências interculturais que se realizam na e sobre a Amazônia, dentro de um contexto em que se faz imperativa a resistência aos ataques às possibilidades de convivência e diálogo entre os saberes populares, acadêmicos e dos povos originários, experiência ainda jovem e plena de potencialidades. A programação do evento contará com conferências, simpósios temáticos, comunicações individuais e atividades culturais.

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Facebook é cúmplice nas campanhas de ódio e no ataque à democracia, diz jornalista (via Brasil de Fato)

A redação do jornal Brasil de Fato publicou na segunda (22) sobre a palestra da jornalista investigativa  Carole Cadwalladr “O papel do Facebook no Brexit – e a ameaça à democracia” na Conferência TED. O evento, que data da semana passada, aconteceu diante de um auditório repleto de executivos das maiores empresas de tecnologia do mundo, incluindo Google, Twitter e a rede social de Mark Zuckerberg, e causou polêmica ao abordar e responsabilizar nominalmente os bilionários da tecnologia pelos crimes cometidos nas redes sociais durante o referendo do Brexit, a eleição de Donald Trump nos Estados Unidos e a disseminação do ódio e do medo como estratégias para ascensão do autoritarismo no mundo.

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Feminismo para os 99%: o manifesto feminista de Cinzia Arruzza, TithiBhattacharya, Nancy Fraser

Por Gabriela Barbosa.

No último dia 8 de março, a editora Boitempo lançou um livro importante que traz fôlego novo para o movimento feminista: o Feminismo para os 99%, publicado simultaneamente em oito países. Em tempos nos quais o movimento feminista deve fugir completamente das garras do neoliberalismo, a professora de filosofia Cinzia Arruzza, a professora de história Tithi Bhattacharya e a filosofa Nancy Fraser fazem um chamado que busca revisar e reajustar o seu eixo. Elas são algumas das idealizadoras da Greve Internacional das Mulheres (Dia Sem Mulher) e propõem reflexões em onze teses sobre os rumos que o feminismo precisa tomar na atual conjuntura.

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II Seminário do GP Mídia e Memória: Testemunhas e Testemunhos do Contemporâneos

“Testemunhas e Testemunhos do Contemporâneo” é o tema para o II Seminário do GP Mídia e Memória, que irá acontecer nos dias 09 e 10 de abril, na sala multimeios do prédio 13 da PUC Minas, campus Coração Eucarístico. A palestra de abertura será no dia 09, às 9hs, e irá contar com a presença do Prof. Dr. Moisés de Lemos Martins, da Universidade do Minho, em Portugal.

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Reinvenções da fotografia: conheça o curso do Festival de Fotografia de Tiradentes

Este curso marca o lançamento do livro Midiateca II – escritos sobre fotografia brasileira contemporânea II, colocando em discussão alguns dos temas mais relevantes para o campo da fotografia na atualidade. Por meio da abordagem de diferentes artistas, críticos e pesquisadores de programas de pós-graduação em diversas instituições de ensino do pais, serão apresentados e analisados trabalhos de artistas que estabelecem poéticas e processos de criação a partir de temas como a performance e as temporalidades da imagem, as relações entre fotografia, a memória e o cotidiano, e as imbricações da fotografia com as artes plásticas, o cinema, o vídeo e as tecnologias digitais.

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Curso fala sobre modelos de mineração, como abordar pessoas atingidas e estratégias de cobertura

Os crimes socioambientais da Vale, em Brumadinho, e da Samarco, na Bacia do Rio Doce, impôs ao jornalista mineiro a difícil tarefa de reportar os conflitos minerários. E o jornal Brasil de Fato Minas Gerais quer contribuir neste desenvolvimento. O Curso de Jornalismo em Conflitos Socioambientais – Estratégias de Cobertura pretende apresentar a experiência do jornal, assim como trazer um aprofundamento sobre o modelo de mineração, leis, realidade dos atingidos e abordagem psicológica.

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Ouvindo literatura: o podcast da editora Companhia das Letras

Por Gabriela Barbosa. Criado no aniversário de 30 anos da editora, a Companhia das Letras lançou, em 2017, seu podcast literário Rádio Companhia. Apresentado por Fabio Uehara, responsável pelo departamento digital da editora, o podcast chegou à sua 74ª edição. No histórico do podcast, encontramos entrevistas com editores, escritores e especialistas de diversos assuntos que desenvolvem discussões em áudios dinâmicos que usufruem das referências de cada um dos convidados para enriquecer a experiência da leitura.

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Post do Objethos analisa cobertura sobre saída de cubanos do Mais Médicos

O programa Mais Médicos, criado em 2013 durante o governo Dilma, tinha como objetivo a contratação de profissionais para atuar em áreas que tinham carência de atendimento médico. No começo desse mês, Cuba anunciou sua saída do programa, que contava com oito mil profissionais, em razão das declarações polêmicas de Jair Bolsonaro, que falou em exigir, por exemplo, teste de capacidade para eles.

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As fake news no cenário das eleições

Em tempos de eleições, avanço da violência estimulada como discurso e polarização da sociedade brasileira, as fake news têm ganhado espaço. E é sobre elas que Afonso Benite escreve em seu texto “A máquina de ‘fake news’ nos grupos a favor de Bolsonaro no WhatsApp”, para o El País. Se inserindo em grupos pró-Jair Bolsonaro, que se articulam em torno da campanha do candidato à presidência, foi possível identificar desde criação de boatos até a intolerância aos membros que questionam as notícias propagadas nos grupos.

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Jornada das Utopias 2018

Basquiat: o negro como protagonista

Até o dia 24 de setembro, o Centro Cultural Banco do Brasil de Belo Horizonte hospeda uma exposição dedicada às obras de Jean-Michel Basquiat — a mais completa já realizada na América Latina. O artista afro-caribenho teve uma carreira brilhante no mundo da arte e deixou um legado que extrapola as paredes dos museus. Nascido dia 22 de dezembro de 1960 no Brooklyn, em Nova York, era um dos pouquíssimos negros no meio artístico e seu trabalho trouxe à tona questões acerca do racismo estrutural nos Estados Unidos até então ignoradas por um campo predominantemente branco. “O negro é o protagonista da maioria das minhas pinturas”, afirmou certa vez.

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Literatura engessada: representação e representatividade em obras brasileiras

O Grupo de Estudos em Literatura Brasileira Contemporânea, da Universidade de Brasília, apresenta resultados de um estudo inédito sobre o perfil do romancista brasileiro, que vem sendo desenvolvido nos últimos quinze anos e compreende um total de 692 obras publicadas desde a década 1960. Coordenada pela professora Regina Dalcastagné, a pesquisa revela que não apenas os autores, mas narradores, protagonistas e coadjuvantes dos romances analisados são em sua maioria homens, brancos, de classe média, nascidos no eixo Rio-São Paulo. Em entrevista à Revista Cult, Dalcastagné reforça a importância da representatividade no campo, da pluralização de vozes na literatura e do exercício da alteridade na escrita. Confira a reportagem completa.

Livro analisa o entretenimento “cínico” dos talk shows

Recém-lançado pela editora PUC Minas, “(Não) é só uma piada: cinismo, ironia e entretenimento nos talk shows ‘The Noite’ e ‘Agora é Tarde’”, da professora Julia Lery, traz como questão central a blindagem ideológica de programas de TV sob o rótulo do humor. A obra aborda o talk show brasileiro a partir de questões do gênero televisivo – suas matrizes constitutivas, origens e características discursivas – e reflete sobre como o uso do humor e da ironia embaralha o posicionamento político dos discursos.

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As intertextualidades em “This is America”

O jornalista Guillermo Alonso, do “El País”, analisou o clipe “This is America” de Childish Gambino, um dos maiores nomes do cenário musical atual. Em seu texto “Por que o violento ‘This is America’ é o videoclipe do ano” (preste atenção no que acontece ao fundo) ele comenta sobre o videoclipe que já tem mais 160 milhões de visualizações desde seu lançamento em 5 de maio. O vídeo dirigido por Hiro Murai possibilita várias interpretações sobre os sofrimentos que a população negra passa nos Estados Unidos, muitas vezes colocada em segundo plano.

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CCM realiza II Seminário de Crítica da Mídia

O Centro de Crítica da Mídia (CCM), articulado ao grupo de pesquisa Mídia e Narrativa e em parceria com os cursos de Cinema, Jornalismo e Publicidade e Propaganda, realizou, nos dias 24, 25 e 26 de abril, seu II Seminário. O evento, que aconteceu no campus do Coração Eucarístico, somou, ao todo, doze conferências, com a participação de convidados de diversas regiões do Brasil, reunindo pesquisadores, profissionais, estudantes e demais interessados em refletir e debater as relações entre mídia e sociedade. As palestras foram ministradas por nomes importantes da área como o professor Rogério Christofoletti, do Observatório da Ética Jornalística (objETHOS), o crítico de cinema Pablo Villaça, a cineasta Alice Riff, diretora do filme “Meu corpo é político”, e o ensaísta Francisco Bosco, autor de “A vítima tem sempre razão?”. O evento discutiu temas como espaço público, redes sociais, representatividade, manipulação midiática e o atual cenário político brasileiro.

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Coluna de Cândido Henrique repercute o Seminário de Crítica da Mídia

As transformações na área do jornalismo esportivo são cada vez mais importantes, principalmente com o advento da internet e a necessidade de se debater temas sociais importantes. O jornalista esportivo Cândido Henrique (à direita, na foto, com Marcelo Carvalho, centro, e Getúlio Neuremberg) falou em sua coluna no jornal O Tempo sobre como foi participar do Seminário de Crítica da Mídia, em que discutiu o posicionamento do profissional da área diante das mudanças e a necessidade de manter o senso crítico para produzir mais do que entretenimento. Cândido participou da conferência “Crítica da Mídia: cobertura do futebol”, com o seu colega de profissão Marcelo Carvalho (observatorioracialfutebol.com.br).

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Critica de Midia: Cobertura do futebol com Professor Getúlio Neuremberg, Cândido Henrique e Marcelo Carvalho

Žižek discute “Pantera Negra”

O filósofo Slavoj Žižek analisou, no texto “Dois panteras negras”, publicado no blog da editora Boitempo, o filme que já se tornou uma das maiores bilheterias do cinema. Narrativa de super-herói, a fita possui elenco composto majoritariamente por atores negros, ponto a ser destacado em meio à crescente luta identitária na cultura midiática.

No artigo, Žižek recupera o movimento das décadas de 1960 e 1970 do Partido dos Panteras Negras e analisa, entre outros aspectos, as concepções de herói e de vilão na trama.

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Cenário contemporâneo de consumo de mídias mostra nova realidade

Por Roberto Barcelos

Apesar da centralidade da televisão no cotidiano da sociedade brasileira, a Internet vem crescendo e ganhando cada vez mais espaço, especialmente entre as camadas mais jovens da população, os chamados “millenials” e a “geração Z”. De acordo com o Relatório Final de Pesquisa Brasileira de Mídia de 2016, realizado pelo Governo Federal, o número de pessoas que acessam a Internet durante todos os dias da semana praticamente dobrou desde 2014. O consumo de televisão também apresentou crescimento nesse meio tempo, embora mais tímido. De fato, a TV e outros meios massivos começam a disputar hegemonia com smartphones e as novas tecnologias de streaming, como é apontado pela jornalista María Martín em sua matéria “A geração que não assiste mais TV e corre atrás dos ‘youtubers’”, publicada no El País.

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A Televisão em Raymond Williams: debates e perspectivas

Por Roberto Barcelos.

O Centro de Crítica da Mídia, em parceria com os colegiados dos cursos de Cinema e Audiovisual e Publicidade e Propaganda da PUC Minas, Coração Eucarístico, realizou na quarta-feira, dia 8 de março, a palestra Televisão e Estudos Culturais: leituras de Raymond Williams. O debate teve como tema central a análise do livro Televisão: Tecnologia e Forma Cultural, traduzido pelos professores Márcio Serelle e Mário Viggiano, ambos da PUC Minas. O evento contou, ainda, com a presença da professora Vera França, da UFMG. O livro foi originalmente publicado na Inglaterra em 1974, ganhando tradução em 2016 pelas editoras Boitempo e PUC Minas.

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Fatos Alternativos: A possibilidade de uma nova verdade

Por Roberto Barcelos

O jargão “all facts” (fatos alternativos) utilizado pela assessora especial do Donald Trump, Kellyanne Conway, chamou a atenção da imprensa estadunidense. A expressão foi uma quebra na relação entre a indústria de notícias e o governo, pois eles sempre se compreendiam quanto à logística eleitoral e política quando lidavam com dados, fatos e eventos.

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Quem matou Eloá?”: feminicídio e violência midiática

Por Juliana Gusman

Referenciado como “crime de amor” pelos principais veículos de comunicação do país, o assassinato de Eloá Cristina Pimentel e a cobertura midiática dele são recuperados, agora, criticamente, no documentário de Lívia Perez. O objetivo do filme Quem matou Eloá? é discutir a naturalização social da violência contra a mulher.

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Seminário Mediações Críticas

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O grupo de pesquisa Mídia e Narrativa realiza nos dias 27, 28 e 29 de setembro o seu V Seminário, em parceira com o grupo MidiAto (USP). As inscrições podem ser feitas no site:

www.midiaenarrativa.wordpress.com

O seminário acontecerá na PUC Minas Coração Eucarístico, na sala multimeios do prédio 13.

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Filosofia da Consciência ou teoria do transe – A atualidade do pensamento sobre o Brasil no cinema de Glauber Rocha.

Por Juliana Gusmanterra_em_transe_cartaz_medio

Com Regina Mota. Dia 14 de setembro, quarta-feira, 13h30, na Multimeios do Prédio 13. Aberto ao público.

Foi com Terra em Transe que Glauber Rocha tornou-se mundialmente conhecido, conquistando o Prêmio da Crítica do Festival de Cannes, em 1967. Em uma carreira encurtada pela morte aos 42 anos, em 1981, consolidou-se como um dos principais expoentes do Cinema Novo. Lutava, antes de tudo, por uma revisão crítica da dura realidade a partir da qual produziu sua arte esteticamente inovadora.

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25 anos de Thelma & Louise e a questão do gênero no cinema

Por Juliana Gusman

Lançado em 1991, o filme de Ridley Scott Thelma & Louise tornou-se emblemático pelo modo como motivou questões acerca da representação da mulher no cinema. A história protagonizada por uma garçonete, Louise (Susan Sarandon), e por uma dona de casa, Thelma (Geena Davis), circunstancialmente transformadas em fora da lei, transgrediu em seu feminismo. Desde então, Davis dirige seu Institute of Gender in Media, que pesquisa e visa ampliar a participação das mulheres nas indústrias cinematográfica e televisiva.

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Blog promove leitura crítica sobre imagens do cotidiano

Por Juliana Gusman

O blog Reading the Pictures propõe uma reflexão crítica sobre imagens que circulam cotidianamente na mídia. Em uma sociedade cada vez mais visual, busca-se compreender  níveis de significado, histórias que suscitam produções imagéticas e as mediações que as costuram no tecido social. A plataforma também publica e analisa trabalhos de fotojornalismo originais.

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