Esportes e Mídias: entrevista com Marcelo Barreto

As transformações no jornalismo são visíveis para os profissionais da área, principalmente com o advento da internet e a necessidade de respeitar o Outro. O jornalista Marcelo Barreto, (SporTv) discute o posicionamento do jornalista frente às mudanças e a necessidade de o profissional manter o senso crítico para produzir mais do que entretenimento. Marcelo Barreto…

Crítica e cobertura esportiva: entrevista com Gabriel Dudziak

O jornalista esportivo precisa conhecer o limite entre o caráter emocional que envolve o futebol para os torcedores e a análise de sua profissão. Por isso, Gabriel Dudziak (CBN) oferece em entrevista para Centro de Crítica da Mídia suas percepções para uma crítica esportiva feita com qualidade e objetividade. Gabriel participou da mesa “Crítica na…

Narrativas em confronto: entrevista com Rosana Soares

Em um conflito polifônico, diversas narrativas se confrontam sobre a vida urbana na grande cidade de São Paulo. A professora Rosana Lima Soares (Escola de Comunicações e Artes da USP) ministrou a oficina “Crítica da Mídia e Arte Urbana: manifestações culturais e visibilidades periféricas”, examinando com os alunos da PUC Minas o papel da mídia…

Televisão: novas formas de consumo

Por Roberto Barcelos. O professor de Comunicação Social, Mário Viggiano, é um dos tradutores do livro “Televisão: Tecnologia e Forma Cultural”, escrito Raymond Williams em 1974. Hoje, enfrentamos uma nova possibilidade de televisão, algo híbrido, nas palavras do professor, que mistura televisão com internet e altera as formas de consumo. Em um momento em que…

Rap de um cotidiano (re)negado

Por Juliana Gusman. Flávio de Abreu Lourenço é o segundo dos três filhos de Dona Regina, nascido no Alto Vera Cruz, bairro popular situado na região Leste da capital mineira. Foi rebatizado Renegado na rua. O fervoroso atleticano se apresentou em rima para os alunos do Curso de Comunicação Social da PUC Minas, em uma palestra-show,…

A câmera política de Anna Muylaert

Para a cineasta, o que unifica sua obra, desde “Durval Discos” (2002), é a narrativa contra formas de poder. Diretora e roteirista de um dos mais importantes filmes do cinema brasileiro nos últimos anos, “Que Horas Ela Volta?” (2015), ela fala, nesta entrevista, entre outros assuntos, sobre o lugar crítico das ficções, o significado do…