Anúncio de produções da Rede Globo sobre Marielle causam revolta pela apropriação de sua história

O anúncio, na última sexta-feira, dia 06, da idealização e comercialização do material baseado na vida e morte da vereadora Marielle Franco pela Rede Globo e sua plataforma online, Globoplay, gerou uma série de críticas em meio à mídia e as redes sociais. A revolta se deu pela falta de representatividade negra na realização do projeto, encabeçado apenas por pessoas brancas.

A reprovação recai, sobretudo, na escolha de José Padilha como diretor da série, levando em conta seu histórico de trabalho em filmes que perpetuam a violência contra a comunidade negra e os membros da periferia. Um manifesto foi enviado por diversos profissionais negros ao portal independente de notícias Alma Preta e expressa o descontentamento e indignação desta população com o uso da história de Marielle.

O portal HuffPost Brasil reuniu as declarações feitas pelos responsáveis da série e a reação desencadeada nas redes sociais, incluindo, por exemplo, as falas do jurista Luiz de Almeida, do coletivo Manifesta e dos próprios familiares de Marielle.  

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