A concentração dos canais de extrema-direita no YouTube, via The Intercept Brasil

O Intercept e o Manual do Usuário se debruçaram sobre mais de 17 mil rankings “Em alta” do YouTube no Brasil veiculados durante o segundo semestre de 2018, coletados e organizados pela empresa de análise de dados Novelo. Eles descobriram que canais até então irrelevantes – que nunca tinham aparecido no ranking – explodiram no período eleitoral, recomendados milhares e milhares de vezes pelo algoritmo do YouTube que seleciona conteúdos possivelmente interessantes para os usuários. Não é mais especulação afirmar que a rede social aumentou a audiência da extrema-direita – e ajudou a formar o público que refletiria esse ideário nas urnas.

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